Lua nova

“Não. Apesar da febre Crepuscular (…) não foi pela família dos Cullen que resolvi me pronunciar.” É um daqueles posts que nascem de uma conversa inusitada, recheadas de divagações e “meditações (seinfeldianas) prematuras ao lado do bebedouro”. Especificamente este contará as conclusões a que meu primo e eu chegamos hoje, no final da madrugada, no metrô.

Sabendo estar no final da lua nova do mês, comentei como era chato olhar para o céu e só ver as estrelas, sem nada da manifestação artêmica. Yada yada yada, achamos um absurdo darem um nome de lua nova para uma fase em que não tem lua no céu!

Por que não fase alunar? Assim poderíamos dizer que o ciclo da lua tem duas fases, em vez das quatro habituais: fase presente e fase ausente, ou período alúneo. E a fase presente poderia, aí sim, ser subdividida em outras três: crescente, cheia e minguante. O paralelo com um ciclo estral é quase imediato: proestro, estro, diestro e período de anestro. Assim como uma comparação com ciclo celular: intérfase (com G1, S e G2) e divisão (mitose ou meiose).

Acrescentado pelo Henrique, poderíamos dizer que um eclipse se trata de uma fase alunar atípica. Isso levou o papo a uma extrapolação para o sol: No momento em que não há sol (noite), não chamamos de sol novo… Mas não muito mais foi acrescentado, pois logo desviamos o foco para assuntos sobre laser, encerrando com a Picapalesca frase “Meu deus! A gente faz uma perguntinha e você responde com uma superprodução!”

André

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